Estamos de volta com o mesmo tema desde 2015, veja só, já são 6 anos de politicagem e enrolação. Ano passado postamos esse artigo https://acalmebrasil.com.br/2020/09/11/pl399-15-e-novamente-engavetada/ e poderíamos apenas copiar e colar o texto pois nenhum avanço foi dado em favor do cultivo associativo. Ao invés disso, parece que o rumo que a nossa política pretende tomar é onerar ainda mais o SUS em alguns bilhões, que obviamente irão para o bolso de poucos, muito poucos. Sim, é importante atender à população, mas o monopólio demonstra o atraso de nosso país como democracia.

Imagine as famílias que dependem dia-a-dia de uma medicação barata, caseira, muito eficiente e sem efeitos colaterais. Pois é e o tempo vai passando e nossos parlamentares se reúnem para fazer teatro com fins eleitoreiros, não todos é claro. Por isso nós estamos cansados, cansados desses rodeios e fingimento para no fim tentar transformar a cannabis medicinal em um monopólio, favorecendo um grupo político e seus aliados empresariais, agindo dentro das instituições que deveriam regulamentar em favor da população, mas na prática o que vemos é um país do coronelismo.

Coronelismo que gera miséria e pobreza. Que faz uso do dinheiro público de maneira esnobe e mercenária em nítido favorecimento aos grupos organizados que fazem da nossa nação uma república coronelista e atrasada. Enfim após mais uma rodada de rodeios e debates infantilizados por alguns parlamentares, ficamos mais uma vez decepcionados mas continuamos na jornada com amor e coragem, plantando amor e acalmando os corações de quem precisa.

A seguir vamos reproduzir alguns textos selecionados em postagens no Instagram que nos representa.


Fact Brasil postou:

A palavra remédio vem do latim remedium, que significa aquilo que cura, e é um termo mais amplo que medicamento. Remédios são todos os recursos utilizados para curar ou aliviar a dor, o
desconforto ou a enfermidade. Um preparo caseiro com plantas medicinais pode ser um remédio. Já o medicamento é um produto que foi desenvolvido por uma indústria farmacêutica cumprindo todas as exigências legais definidas por órgãos regulatórios – no caso do Brasil, é a Anvisa.

Resumindo, todo medicamento é um remédio, mas um remédio nem sempre é um medicamento, o que nos faz concluir que #CannabisÉRemédio e que as Associações produzem remédio, e não medicamento.

A Fact vem a público informar que não compactua com o posicionamento adotado pela Abrace Esperança em relação ao PL399/2015 que, se for aprovado da forma como está proposto, ameaça a
existência das outras associações e a continuidade no tratamento de milhares de pacientes. É necessário que essa diferenciação entre remédio e medicamento seja considerada e incluída na revisão do projeto de lei.

Defendemos uma regulamentação inclusiva e não o monopólio de uma única associação no fornecimento do tratamento.

https://www.instagram.com/factbrasil/

Cannabis Monitor:

“O advogado André Barros, organizador da Marcha da Maconha, em entrevista à TV 247, desmentiu a ideia de que Jair Bolsonaro é contra a legalização da maconha. Ele denunciou que o próprio governo patenteou o óleo da planta produzido pela empresa Prati Donaduzzi.

“O governo Bolsonaro, através do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), vinculado ao Ministério da Economia, patenteou o óleo de maconha, que é um óleo de milho feito com a planta. Esse óleo que eles patentearam é para doença infantil epiléptica para fins refratários. Olha como que é a jogada. Agora, a Anvisa autorizou, eles querem ceder gratuitamente esse óleo de maconha ao SUS para os pacientes, e isso é bom. O óleo de maconha gratuito para as pessoas pobres poderem fazer uso desse medicamento, isso é bom. Só que quem vai vender pro SUS? A Prati Donaduzzi, que tem a patente do INPI. Então, como ela é a única que tem a patente, a Anvisa só autorizou ela. Só ela vai vender o óleo para o SUS a R$ 2.500, R$ 3.000, sem licitação”, disse.

André denunciou que o governo Bolsonaro, na realidade, busca o monopólio sobre o óleo de maconha no Brasil. “O BNDES patrocinou o estudo, destinou 600 milhões para essa empresa. Eu não tenho certeza se é tudo para esse estudo, é até possível, mas o BNDES patrocinou essa empresa do Paraná, onde o ministro do governo Bolsonaro Osmar Terra é o garoto-propaganda dessa empresa. Então, quem disser no país que o Bolsonaro é contra a maconha está redondamente enganado. O que o Bolsonaro e o governo deles querem fazer é só eles venderem óleo de maconha no Brasil”, completou…”

“Coletivo convoca a todos que defendem ou fazem uso das propriedades medicinais da cannabis a se manifestarem contra a incorporação do canabidiol isolado da farmacêutica Prati-Donaduzzi ao Sistema Único de Saúde. Entenda o porquê, a seguir.

A Articulação Nacional de Marchas da Maconha convoca a todes ativistas, mãeconheiras, pacientes, familiares e interessados que defendem e/ou fazem uso das propriedades medicinais da maconha a se manifestarem contra a incorporação do canabidiol (CBD) isolado da farmacêutica Prati-Donaduzzi ao SUS via consulta pública da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) que segue em aberto até o dia 15/03/2021.

Entendemos que a incorporação escancara, mais uma vez, a necropolítica reiterada do Governo Federal de Jair Bolsonaro ao privilegiar os interesses econômicos da grande indústria farmacêutica em detrimento da saúde dos usuários e da população em geral, à medida que tenta restringir a manipulação da maconha à grande indústria e ao tráfico, invisibilizando o importante papel do cultivo doméstico e do cultivo associativo de pacientes através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde a RDC 327 de 2019 e em outras movimentações, como o impedimento do direito ao cultivo da APEPI (11/2020) e a recente tentativa de suspender o direito ao cultivo da ABRACE (02/2021), colocando em risco os pacientes que necessitam da produção das associações para terem dignidade e qualidade de vida junto ao tratamento, bem como a concessão da patente do óleo de CBD isolado (06/2020) pelo INPI à mesma empresa beneficiada pela consulta.

O impacto orçamentário da incorporação do Canabidiol Prati-Donaduzzi® ao SUS para epilepsia refratária, segundo relatório técnico elaborado pela Conitec, foi estimado em R$ 80 milhões ao ano com impostos ou R$ 70 milhões sem impostos, totalizando, em cinco anos, um impacto orçamentário de R$ 416 milhões (com impostos) ou R$ 337 milhões (sem impostos) no já subincentivado Sistema Único de Saúde (Relatório da Conitec)…”

https://www.instagram.com/cannabismonitor/

A verdade sobre a cannabis medicinal e o PL 399/15
Se tiver que escolher entre perder votos, perder eleição, mas com isso salvar vidas?

https://fb.watch/5GoGfKs_lq/

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